Crianças transgêneros

Crianças transgêneros

2015-03-23fb (1)

O professor forma cidadãos, para isso, é preciso estar preparado para lidar com situações que pedem conciliação e conscientização por parte dos docentes.
Questões que envolvam, por exemplo, alunos transgêneros. O processo é amplo, pois vai desde acolher esses alunos, bem como, zelar para que não sofra preconceito dentro do ambiente escolar, além, claro de conciliar o processo de formação e também de apoio aos pais.

O que fazer quando meu aluno é aluna?

Quais medidas tomar para que a presença de um aluno transgênero na sala de aula não se torne conflitante e traumática?

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2 thoughts on “Crianças transgêneros

  1. José Emidio Vieira

    Prezados colegas.
    conflito resolve-se no diálogo: buscando um equilibra e com um resultado, perder ou ganhar e/ou ganhar ou perder; aceitar o andar do cotidiano e não perder a esperança de um resultado melhor. Trabalhar como se fosse um mediador ensinando a ciência como um meio de comunicação, dando atenção e zelo.
    Prof Emidio

  2. maria cristina furtado

    Este é um procedimento importante em toda escola e sala de aula. A diferença precisa sempre ser respeitada. Desde o simples usar óculos, ter uma dificuldade física, mental, psíquica, ser gordo, magro, negro, branco, pardo, e na pluralidade em que vivemos, poderão haver em sala de aula crianças que sejam filhas de casais homossexuais, crianças descobrindo-se homossexuais, enfim é muito importante que a escola preocupe-se a formação integral da criança e não só dar informações, e isto inclui ajudá-la a viver em um mundo onde é essencial respeitar o diferente de si mesmo.
    Em primeiríssimo lugar as escolas deveriam preparar os seus professores para as diferentes situações da atualidade. Muitos/as professores/as precisam trabalhar o seu próprio preconceito, pois as atitudes do/a professor/a faz toda a diferença, e como o preconceito é algo que se encontra introjetado, ou seja, faz parte do inconsciente, muitos/as professores/as podem nem saber o quanto são preconceituosos/as, o que prejudicará todo o processo de conscientização do seu aluno/a.
    Em seguida, é importante sensibilizar a turma. Claro que a forma, o nível da abordagem a ser feita dependerá da idade das crianças. Se elas estiverem no Fundamental I ou II, etc, tanto o material como as abordagens serão diferentes, mas, precisam levar ao mesmo fim. As abordagens podem ser feitas através de dinâmicas, filmes, e até livros infanto-juvenis, que despertem os/as alunos/as para um debate sobre o ‘diferente’. Um debate onde o professor/a reflita com eles/as abertamente sobre a necessidade de cada pessoa ser respeitada, independente da sua religião, raça, dificuldades, orientação sexual, e do seu gênero. Se o material dado não explicar, será necessário, ao falar de gênero, o/a professor/a explicar o que é transgênero, e a importância de todos/as colegas serem tratados/as com respeito. Ninguém deve ser ofendido/a, alguns coleguinhas gostam de ser chamados por outros nomes porque se sentem daquela maneira, e é preciso respeitar a vontade desses coleguinhas (nome social).
    Se a escola estiver recebendo uma criança transgênero, após passar por estas etapas, será importantíssimo o/a professor/a acompanhar o que acontecerá após a entrada do/a aluno/a, para toda vez que verificar a necessidade de fazer uma interferência, agindo adequadamente, para que não haja bullying, e a paz e o respeito possa existir.


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